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Contando Minha Vida - Parte 5 | A época das vacas gordas

Olá pessoal. Hoje é o aniversário da minha melhor amiga e infelizmente não vou poder vê-la. Ela está morando no interior. Eu queria muito poder estar com ela. Mas tudo bem, isso são coisas da vida.

Comecei o segundo semestre da faculdade até mais feliz, porém desempregada. Paguei a rematricula com o dinheiro da rescisão e sabia que tinha alguns meses de seguro desemprego, mas que não era suficiente para todos os meses que ainda estavam por vir. Como meu pai havia me ensinado, eu não ia desanimar. Pelo contrário, ia dar início a um novo desafio.

Entraram alunos novos na turma. Nós fizemos amizade com eles, que para variar eram meninos. A amizade começou por puro interesse. A Renatinha, minha única amiga mulher na facul, havia se interessado por um dos garotos e era minha missão unir os dois. Com o tempo consegui fazer com que ele "enxergasse" ela. Minha missão foi cumprida com dignidade, ele se tornou um doido apaixonado, mas isto não vem ao caso agora. Um outro rapaz do grupo morava perto de casa, ele ia de carro para a facul e oferecia carona todo dia. Eu dava umas desculpas para não aceitar, como boa moça não podia aceitar uma carona sozinha com um rapaz desconhecido. Minhas desculpas foram se esgotando e tive que aceitar algumas caronas.

Até que um dia abusei da boa vontade dele. Eu ia para uma festa do pijama na casa de uma amiga de infância minha, que morava pertinho da casa dele. Perguntei se ele poderia me levar até lá, como bom moço ele topou na hora. No final das contas, descobri que a mãe dessa minha amiga era diretora da escola onde ele fazia estágio e amiga da família dele. Depois desse dia descobrimos muitas pessoas em comum no nosso circulo de amigos.

Ele me indicou lá na escola e sem processo seletivo, fui estagiar lá. Como não era CLT pude continuar recebendo o seguro desemprego. É chegada a época das vacas gordas, como diria a minha vó. Foi ai que a minha vida deu up... Conseguiu terminar a faculdade dentro desse estágio.

#parti

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Alegria!

Alegria não é só gargalhar de tudo e estar 100% de bem com a vida. Alegria é ter gratidão pela sua vida e conquistas. É dar um abraço aconchegante e cheio de carinho. É estar leve, mesmo diante dos dias mais difíceis e transmitir essa leveza a todos à seu redor. Alegria é olhar para trás e ver que mesmo com as pedras no caminho, e tropeçando em alguns momentos, você chegou onde queria e olhando assim, parece até que foi fácil, mas só você sabe o tamanho do desafio. Alegria é ser livre para sorrir. Sem ter que esconder, sem limites e com a intensidade que couber em cada momento. (Escrito em 04 de Maio de 2018)

Contando a minha vida - Parte 1 | A época da escola é a melhor

Hoje não foi um dia muito bom para mim, devido problemas com o transporte público cheguei atrasada no serviço. Na volta a chuva me pegou de jeito e nem o guarda-chuva conseguiu sobreviver a tempestade. Cheguei em casa com frio e toda molhada. Mas tudo bem, a vida é cheia de altos e baixos! Mesmo com tantas dificuldades eu não vou deixar de começar a lhes contar como ocorreu e continua ocorrendo o processo de mudança para a fase adulta na minha vida.  A época de escola é foi a melhor época que pude viver até hoje. É lá que podemos ser nós mesmos, rir, chorar, brincar, se divertir e fazer muita coisa que você vai se recordar para o resto da sua vida. Você só tem que tomar certos cuidados para não ter que carregar um fardo pesado nas costas consequentes de atitudes impensadas vividas nessa época que não se pensa muito antes de fazer as coisas.  Enfim... os anos vividos durante o Ensino Médio foram os melhores e os que eu fico com muita saudade. Eu não era a melhoooo...

É preciso acreditar'

Quando a vida lhe dá as costa e você sente-se como se todos estivessem de mal contigo. É nesse momento que precisamos nos levantar. Nada adianta, porém, apenas se levantar. Se não acreditar que pode mudar toda e qualquer circunstância nada irá adiantar. A mente é nosso sexto-sentido. Ela tem o poder de recuperar um enfermo, de fazer a auto-estima subir, de superar um trauma e diversas outras coisas boas. Mas também é responsável pelo bloqueio que sofremos depois de uma perda, dos apegos desnecessário e de tudo que nos impede de crescer e superar. Se nossa vontade é cozinhar uma cenoura, não adianta somente pensarmos na cenoura cozinhando se não acendermos o fogo. Como também necessitamos de nossa mente para poder criar temperos e maneiras de como podemos fazê-la. Assim é em nosso cotidiano. A mente é responsável pela fé, por 90% de tudo, mas ainda existe 10% e sem isso não conseguimos o resultado que desejamos. Precisamos unir a fé com nossas ações ligadas áquilo que decidimos alcanç...